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quinta-feira, 4 junho, 2026

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Fuzileiros Navais elevam prontidão no Sul, 5º Batalhão de Operações Litorâneas treina tiro noturno e DefNBQR no ADEST-EQ II 2025, com 132 militares em Bagé RS

Fuzileiros Navais aprimoram pequenas frações no Sul, com NVG, designador infravermelho, comunicações táticas e fogo e movimento, foco em missões anfíbias

Entre 10 e 14 de novembro, o 5º Batalhão de Operações Litorâneas conduziu o ADEST-EQ II 2025 no Campo de Instrução de Santa Tecla, em Bagé, RS, com foco no preparo para cenários exigentes.

Com 132 militares, o adestramento priorizou pequenas frações, com tiro instintivo noturno usando NVG e designador infravermelho, além de orientação, DefNBQR e fogo e movimento.

A rotina intensa buscou consolidar capacidades essenciais dos Fuzileiros Navais, com ênfase em missões anfíbias, patrulhamento costeiro, controle ribeirinho e ação em ambiente híbrido.

As informações foram divulgadas pelo Defesa em Foco.

Instruções, capacidades e meios empregados

O foco recaiu sobre esquadras de tiro e grupos de combate, responsáveis por tarefas dinâmicas no ambiente litorâneo, com ênfase em coordenação, ritmo de progressão e precisão.

Houve tiro instintivo diurno e noturno, com NVG e designador infravermelho, permitindo engajamento rápido em baixa luminosidade, requisito central para operações de assalto anfíbio.

A pista de obstáculos reforçou resistência física e decisão sob estresse, enquanto a orientação diurna e noturna aprimorou navegação tática e progressão silenciosa em terrenos variados.

No atendimento ao combate, o protocolo TCCC guiou primeiros socorros, com extração rápida, controle de hemorragia e comunicação de evacuação, assegurando redundância tática.

Em DefNBQR, as equipes treinaram montagem e uso de equipamentos, procedimentos de proteção e descontaminação básica, com checagens de máscaras e delimitação de áreas.

As sessões de tiro de combate integraram fogo e movimento, com deslocamentos curtos, cobertas e progressão por setores, elevando o sincronismo entre pequenas frações.

Ambiente de treino e integração interforças

O Campo de Instrução de Santa Tecla, subordinado à 3ª BdaC Mec do Exército Brasileiro, oferece pistas complexas e terrenos variados, tornando o treinamento mais realista.

A convivência no terreno aproximou práticas entre Marinha e Exército, alinhando doutrina e procedimentos, com ganhos em coordenação para operações conjuntas e interagências.

A escolha do Sul amplia a presença operacional da Marinha, com áreas favoráveis a treino ribeirinho, projeção anfíbia e ensaios para cenários de média e alta intensidade.

Prontidão e emprego litorâneo

O adestramento robustece a prontidão do 5ºBtlOpLitFN para patrulhamento costeiro, segurança de instalações estratégicas e controle de áreas ribeirinhas de difícil acesso.

O foco em pequenas frações responde a cenários contemporâneos, nos quais grupos reduzidos, ágeis e altamente treinados são decisivos em ambientes urbanos, rurais e litorâneos.

Os ganhos táticos favorecem emprego em missões de GLO, com ênfase em comando e controle, comunicações redundantes e integração com agências de segurança pública.

Vida de tropa, moral e doutrina

A rotina de cinco dias, com jornadas longas, baixa temperatura e exigência física elevada, reforçou moral, disciplina e espírito de corpo, valores centrais dos Fuzileiros Navais.

Marchas orientadas, progressão em terreno adverso e atividades noturnas fortaleceram liderança tática de cabos, sargentos e oficiais, com revisão frequente de técnicas e protocolos.

O aprendizado prático, aliado ao rigor das instruções, sustenta a capacidade de resposta do Batalhão, com preparo contínuo para missões litorâneas e ribeirinhas, em diferentes intensidades.

 

 

 

Fonte: Brasil Preparado

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