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quarta-feira, 3 junho, 2026

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Maricá inicia projeto de cinoterapia para crianças atendidas no Sarem II

A Prefeitura de Maricá iniciou nesta terça-feira (03) o serviço de cinoterapia no Serviço de Atendimento de Reabilitação Especial (Sarem) II, localizado em Ponta Grossa. A iniciativa utiliza cães treinados como facilitadores terapêuticos para contribuir com o desenvolvimento físico, emocional e social de crianças com necessidades especiais atendidas na unidade.

A ação é realizada por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Inclusão, em parceria com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, através do Batalhão de Ações com Cães (BAC). O projeto amplia as políticas públicas voltadas à inclusão e ao cuidado de crianças neuroatípicas no município.

Parceria entre município e Polícia Militar

Durante a aula inaugural, a secretária da Pessoa com Deficiência e Inclusão, Tatiana Castor, destacou a importância da implantação do serviço.

“É gratificante poder trazer a cinoterapia para Maricá. Essa era uma das metas apresentadas no início da gestão e hoje conseguimos concretizar em parceria com o Batalhão de Ações com Cães. Quando estado e município caminham juntos, conseguimos transformar vidas”, afirmou.

O comandante do BAC, tenente-coronel Luciano Pedro Barbosa, também ressaltou que a corporação já desenvolve iniciativas semelhantes em outras regiões do estado.

“É um prazer estar em Maricá trazendo esse serviço. Nosso objetivo é contribuir para que essas crianças sejam ainda mais bem atendidas”, declarou.

Atendimento multiprofissional

O serviço será desenvolvido com acompanhamento de profissionais de saúde, condutores especializados e cães treinados pelo batalhão. Cada criança participará de ciclos de oito encontros semanais, com duração média de 30 minutos por sessão.

A tenente veterinária Vivian Gomes, responsável técnica pela ação, explicou que a presença dos animais funciona como um estímulo importante no processo terapêutico.

“A presença do cão motiva a criança a realizar atividades que muitas vezes ela não faz em casa. Trabalhamos socialização, coordenação e superação de medos, sempre de forma lúdica e personalizada”, explicou.

Mãe de Anthony Gabriel, de seis anos, a dona de casa Thais Alves afirmou que a experiência é nova para o filho e demonstrou expectativa positiva com o projeto.

“Acho que ele vai melhorar bastante tendo contato com os animais. É uma experiência completamente nova para ele”, disse.

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