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sábado, 11 julho, 2026

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Maricá investe em saúde mental: Fórum e rede completa impulsionam cuidado

Maricá fortalece o cuidado em saúde mental com eventos e ações permanentes

A Prefeitura de Maricá tem intensificado o cuidado em saúde mental por meio de políticas públicas contínuas. O Fórum Permanente de Atenção Psicossocial é um dos pilares dessa iniciativa, promovendo encontros regulares para debater estratégias e garantir os direitos dos usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

Esses encontros reúnem profissionais de saúde, usuários, familiares e representantes de diversos setores da sociedade civil e do poder público. O objetivo é construir ações integradas que promovam o cuidado em liberdade e a inclusão social nos territórios, fortalecendo o acolhimento e a garantia de direitos.

A subsecretária de Atenção Especializada, Daiana Albino, ressalta a importância do fórum como um espaço democrático. “É uma oportunidade de ampliar esse debate com a sociedade e reforçar que os usuários da Rede de Atenção Psicossocial têm o direito de ocupar os espaços da cidade, fortalecendo o cuidado em liberdade e a garantia de direitos”, afirmou.

Rede de Atenção Psicossocial completa em Maricá

Maricá dispõe de uma estrutura completa para o atendimento em saúde mental, focada em um cuidado humanizado e em liberdade. A rede inclui o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (Caps AD), o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) e o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) III, que atendem casos graves e persistentes na região central.

Para situações de menor complexidade, as Equipes Multiprofissionais (eMulti) atuam nas Unidades de Saúde da Família (USFs), distribuídas pelos quatro distritos do município. Essa capilaridade garante o acesso ao cuidado em saúde mental para toda a população.

Fóruns potencializam o atendimento e a inclusão

Ana Paula Guljor, coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental da Fiocruz, destaca o papel dos fóruns. “A perspectiva do cuidado em liberdade pressupõe ações coletivas e espaços permanentes de troca de experiências”, comentou.

Ela acrescenta que esses encontros fortalecem o diálogo entre trabalhadores, usuários, familiares e a sociedade, contribuindo para superar práticas de exclusão. O modelo de cuidado baseado na inclusão social, no pertencimento e na garantia de direitos é o foco principal dessas discussões.

Matéria produzida pela redação jornalística especializada do portal, com base em fontes verificadas e dados oficiais.

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